Monday, January 02, 2012

The Gamified Classroom (3)

A terceira parte da série de posts The Gamified Classroom de Andrew R. Proto foi publicado no  Gamification Blog:


Os dois primeiros posts da série foram já discutidos aqui (ver The Gamified Classroom (1) e The Gamified Classroom (2) ): 


Nesta terceira parte é discutida a motivação dos alunos e o papel que a Gamification pode ter para se conseguirem espaços de aprendizagem mais motivadores. São apresentadas algumas estratégias:
  • Disponibilizar oportunidades para o sucesso - ou seja, não deixar que os tradicionais testes escritos sejam a única fonte de feed-back para o aluno;
  • Disponibilizar oportunidades de escolha - permitir que o aluno decida qual o percurso mais adequado para atingir determinados objetivos;
  • Incluir diversidade de elementos novos - um leque variado de instrumentos de aprendizagem permite manter o envolvimento dos alunos em níveis elevados;
  • Disponibilizar oportunidades para uma resposta ativa dos alunos - a participação dos alunos nos processos de aprendizagem deve ser ativa e não passiva;
  • Disponibilizar recompensas extrínsecas - aquilo que no contexto da gamification se designa por mecânicas de jogos (badges, learderboards, etc) são recompensas extrínsecas que apenas devem ser usadas para recompensar atividades que os alunos ainda não considerem motivadoras por si sós (ou seja, em relação às quais não exista uma motivação intrínseca).
O post termina com uma consideração sobre o que distingue uma sala de aula onde se aplica o conceito de gamification (gamified classroom) de uma sala de aula tradicional: a existência de uma estrutura narrativa. O aluno não procura apenas completar instrumentos de avaliação e obter boas classificações mas encara a aprendizagem como algo mais do que a obtenção de um grau académico. Deverá para isso existir uma estória, no contexto da atividade de aprendizagem, que mantenha a atenção do aluno e estimule a sua imaginação


Como complemento, ver também o post Técnicas de Game Design no Ensino onde se abordam alguns pontos que cruzam com as estratégias defendidas por Andrew Proto.

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