Thoughts and comments on a research about e-learning, social networks and web 2.0.
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Saturday, November 20, 2010
Graham Atwell e Helen Barrett na ticEDUCA2010
A apresentação de Graham Atwell em vídeo, na ticEDUCA2010, em Lisboa
e os slides da apresentação de Helen Barrett, Balancing the Two Faces of E-Portefolios.
Sunday, May 16, 2010
PLE versus LMS
A utilização das ferramentas sociais da Web 2.0, agregadas num PLE, representam uma abordagem diferente na organização do e-learning que contrasta na abordagem suportada por um LMS. As referências aos PLE surgem muitas vezes associadas a discussões quanto ao papel que os LMS têm nestes ambientes e qual o contributo, se algum, que podem ter nos sistemas de e-learning 2.0. Desde a erradicação dos LMS (e mesmo dos PLE) dos sistemas de e-learning 2.0 até à constatação que a continuidade da utilização de LMS é, para já, incontornável, passando por posições que defendem a utilização destes, meramente para fins administrativos, em coexistência com os PLE, existem várias visões sobre o papel dos LMS no e-learning 2.0. Estas diferentes abordagens mantêm em aberto a discussão sobre quais as ferramentas a adoptar e qual a forma de as integrar e usar nos sistemas de e-learning 2.0. A seguir resumem-se as características principais das plataformas LMS e PLE.
O facto de um PLE usar diferentes aplicações, configuradas individualmente de forma a satisfazer as necessidades e gostos do utilizador coloca questões de interoperabilidade entre essas aplicações. No espírito da Web 2.0, procura-se ultrapassar esta questão seguindo o princípio que o software social é baseado num conjunto de pequenas peças pouco interligadas (“small pieces, loosely connected”) que recorrem a standards e serviços web. Neste sentido têm surgido propostas de ferramentas que procuram facilitar a utilização e a agregação dos diferentes serviços e aplicações que podem integrar um PLE. Um dos projectos mais citados é o Elgg. Trata-se de uma plataforma de software, de código aberto, desenvolvido por Dave Tosh e Ben Werdmuller para a construção de redes sociais. A plataforma permite integrar diversas ferramentas com grande controlo por parte do utilizador. Segundo os seus autores, esta plataforma permite a criação de uma paisagem digital pessoal ("personal learning landscape"):
A plataforma Elgg, em desenvolvimento desde 2004, conheceu a sua versão 1.0 em 2008. A par da plataforma Elgg são citadas outras como a Barnraiser, a PLEF – Personal Learning Environment Framework, proposta por Mohamed Chatti, a PLEX, da Universidade de Bolton no Reino Unido ou a SAPO Campus, uma plataforma dirigida a instituições de ensino superior usada na Universidade de Aveiro, Portugal.Sunday, March 07, 2010
Ferramentas de E-learning
A adopção do e-learning por diversas organizações ligadas aos sistemas de ensino oficiais (desde o ensino básico ao ensino superior) e por empresas para dar formação aos seus funcionários, levou ao aparecimento de diversas ferramentas de software. Estas ferramentas destinam-se sobretudo à gestão dos recursos envolvidos no ensino e à produção de conteúdos. Destacam-se assim os sistemas de gestão de ensino (LMS – Learning Management Systems), os sistemas de gestão da produção de conteúdos (LCMS – Learning Content Management Systems) e os ambientes de ensino virtuais (VLE – Virtual Learning Environments). Estas duas últimas designações dizem respeito a sistemas de produção de conteúdos. Existem também sistemas referidos como sistemas de gestão de cursos (CMS – Course Management System). A distinção entre todas estas designações nem sempre é clara e muitas vezes são usadas como sinónimas. As designações têm também sofrido evolução ao longo do tempo. A seguir apresenta-se uma lista de outras designações que têm sido utilizadas para as plataformas de e-learning:
• Computer Assisted Instruction (CAI)
• Computer Based Training (CBT)
• Computer Managed Instruction (CMI)
• Integrated Learning Systems (ILS)
• Interactive Multimedia Instruction (IMI)
• Technology Based Learning (TBL)
• Technology Enhanced Learning (TEL)
• Web Based Training (WBT)
• On Demand Training (ODT)
A seguir é apresentada uma definição mais detalhada de cada um dos dois grandes grupos de sistemas de e-learning normalmente considerados:
• LMS – Learning Management System: designam as ferramentas de software que permitem efectuar a gestão de um conjunto de ferramentas de e-learning. Um LMS pode ser entendido como uma plataforma on-line para a montagem e utilização de um curso, uma determinada matéria ou uma disciplina. No essencial, a plataforma é usada pelo professor, que disponibiliza e gere os conteúdos e pelos alunos que acedem a esses conteúdos. Podem existir outras características como a possibilidade de personalizar conteúdos de acordo com diferentes perfis de utilização, uma gestão centralizada de vários cursos ou matérias e funcionalidades para avaliação do trabalho e conhecimentos dos alunos. Em [17] é apresentado um guia de escolha de um LMS, referindo as principais soluções existentes no mercado, assim como algumas soluções baseadas em software livre. Alguns dos LMS mais populares são Moodle, WebCT (actualmente Blackboard Learn), Dokeos, Claroline ou Sakai.
• LCMS – Learning Content Management System: designam as ferramentas destinadas ao desenvolvimento, gestão e publicação de conteúdos que serão disponibilizados por um LMS. Estes sistemas são normalmente plataformas multiutilizador onde vários autores de conteúdos podem criar, armazenar, reutilizar, gerar e distribuir conteúdos digitais. Estes conteúdos digitais são armazenados num repositório. As unidades autonomas de conteúdos digitais são designadas por Objectos de Aprendizagem (Learning Objects). Como exemplos de LCMS podem-se indicar o KnowledgePresenter ou o aTutor .
Uma lista de ferramentas de e-learning, organizada pela sua popularidade é mantida pelo Centre for Learning & Performance Technologies. Muitas das plataformas existentes (cerca de 50) são de código aberto (open source). Existem ainda diversas plataformas proprietárias.
Ainda relacionado com o software para e-learning podem-se considerar outras ferramentas como o software de autor (authoring tools ). As ferramentas de autor, que não existam exclusivamente para a geração de conteúdos para e-learning, são usadas para a criação de conteúdos para distribuição a utilizadores finais. São consideradas nesta categoria aplicações como o conhecido Powerpoint da Microsoft ou programas como ToolBook , Director ou Authorware . As ferramentas de autor para serem classificadas de facto como ferramentas para geração de conteúdos para e-learning deverão respeitar as normas e standards (ver secção seguinte) e permitir a distribuição dos conteúdos gerados na web. Como exemplos de software de autor vocacionado para o e-learning podem-se destacar o EasyProf ou o eXeLearning.
• Computer Assisted Instruction (CAI)
• Computer Based Training (CBT)
• Computer Managed Instruction (CMI)
• Integrated Learning Systems (ILS)
• Interactive Multimedia Instruction (IMI)
• Technology Based Learning (TBL)
• Technology Enhanced Learning (TEL)
• Web Based Training (WBT)
• On Demand Training (ODT)
A seguir é apresentada uma definição mais detalhada de cada um dos dois grandes grupos de sistemas de e-learning normalmente considerados:
• LMS – Learning Management System: designam as ferramentas de software que permitem efectuar a gestão de um conjunto de ferramentas de e-learning. Um LMS pode ser entendido como uma plataforma on-line para a montagem e utilização de um curso, uma determinada matéria ou uma disciplina. No essencial, a plataforma é usada pelo professor, que disponibiliza e gere os conteúdos e pelos alunos que acedem a esses conteúdos. Podem existir outras características como a possibilidade de personalizar conteúdos de acordo com diferentes perfis de utilização, uma gestão centralizada de vários cursos ou matérias e funcionalidades para avaliação do trabalho e conhecimentos dos alunos. Em [17] é apresentado um guia de escolha de um LMS, referindo as principais soluções existentes no mercado, assim como algumas soluções baseadas em software livre. Alguns dos LMS mais populares são Moodle, WebCT (actualmente Blackboard Learn), Dokeos, Claroline ou Sakai.
• LCMS – Learning Content Management System: designam as ferramentas destinadas ao desenvolvimento, gestão e publicação de conteúdos que serão disponibilizados por um LMS. Estes sistemas são normalmente plataformas multiutilizador onde vários autores de conteúdos podem criar, armazenar, reutilizar, gerar e distribuir conteúdos digitais. Estes conteúdos digitais são armazenados num repositório. As unidades autonomas de conteúdos digitais são designadas por Objectos de Aprendizagem (Learning Objects). Como exemplos de LCMS podem-se indicar o KnowledgePresenter ou o aTutor .
Uma lista de ferramentas de e-learning, organizada pela sua popularidade é mantida pelo Centre for Learning & Performance Technologies. Muitas das plataformas existentes (cerca de 50) são de código aberto (open source). Existem ainda diversas plataformas proprietárias.
Ainda relacionado com o software para e-learning podem-se considerar outras ferramentas como o software de autor (authoring tools ). As ferramentas de autor, que não existam exclusivamente para a geração de conteúdos para e-learning, são usadas para a criação de conteúdos para distribuição a utilizadores finais. São consideradas nesta categoria aplicações como o conhecido Powerpoint da Microsoft ou programas como ToolBook , Director ou Authorware . As ferramentas de autor para serem classificadas de facto como ferramentas para geração de conteúdos para e-learning deverão respeitar as normas e standards (ver secção seguinte) e permitir a distribuição dos conteúdos gerados na web. Como exemplos de software de autor vocacionado para o e-learning podem-se destacar o EasyProf ou o eXeLearning.
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